Morar em Florianópolis: a melhor decisão que você pode tomar

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Quando se fala em morar em Florianópolis, o assunto invariavelmente recai nas 100 praias distribuídas em 675,4 km². Apesar de uma grande parte do turismo da Capital catarinense e da sua fama, a Ilha da Magia é muito mais do que isso. É uma cidade que reúne a qualidade de vida de uma cidade pequena à pujança de oportunidades de uma metrópole.

A economia da cidade de quase 500 mil habitantes é baseada em três pilares: tecnologia, turismo e serviços. Hoje, a cidade está atraindo inúmeras empresas de grande porte devido à sua veia empreendedora e aos custos mais baixos do que cidades como Porto Alegre, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro. Isso faz com que a Capital cresça a uma velocidade alta, mas sem perder o ar pitoresco.

E quem diz isso não são apenas seus moradores que ainda brilham os olhos ao cruzar o Morro da Lagoa ou ao ver um pôr-do-sol em Santo Antônio de Lisboa, mas entidades respeitadas no país. Por exemplo: a Capital já foi reconhecida como uma das melhores cidades do país para morar, para criar os filhos e envelhecer. Além de ser uma das mais saudáveis do país. Duvida?

Por que morar em Florianópolis?

1 – Educação

Um levantamento elaborado pela Delta Economics & Finance para a revista Exame apontou que Florianópolis é a melhor cidade brasileira para se criar os filhos, especialmente devido aos seus índices de educação. Por exemplo: segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), 93% das crianças entre cinco e seis anos na cidade frequentam a escola. Já o índice de conclusão do ensino médio na cidade é 22 pontos percentuais mais alta do que no restante do país.

Um item que chama atenção é a diversidade de métodos de ensino e de possibilidades disponíveis. Além dos clássicos montessori, waldorf e católico, também é possível encontrar escolas onde meditação é uma prática escolar, assim como teatro e ensino ambiental. Também há opções de escolas bilíngues ou mais voltadas para um ensino técnico. Além disso, existem 15 centros universitários na cidade, alguns com grande renome nacional e internacional como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a  Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

2 – Qualidade de vida

De acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) calculado pela Organização das Nações Unidas (ONU), Florianópolis é a terceira melhor cidade para se morar no Brasil – a primeira entre as capitais. O levantamento tem como base os critérios de saúde, educação e renda per capita.

A nota de 0,847 (em uma escala de 0 a 1) apenas comprovou o que é visto facilmente no dia a dia. A grande quantidade de verde e de Mata Atlântica original fazem com que as pessoas naturalmente sejam mais ativas na cidade, respirem um ar mais puro e pratiquem atividades ao ar livre. Essa prática tem se acentuado ainda mais com a perpetuação dos famosos foodtrucks e de atividades culturais que têm a rua como palco.

Além disso, a cidade é líder no ranking de prática de exercícios físicos regularmente de acordo com o levantamento Vigitel, do Ministério da Saúde. Pelo menos 44% dos moradores da Capital se exercitam todas as semanas. Isso é favorecido pelas academias comunitárias espalhadas pela cidade e pela abundância de academias, clínicas, e estúdios especializados em uma infinidade de modalidades.

A cidade também oferece alternativas de diversão para todos os gostos, bolsos e idades. São desde opções culturais em uma das mais de 10 de galerias, museus e casas de arte -, práticas mais radicais como de esportes de aventura, de vida noturna – em uma das mais de 20 baladas da cidade ou centenas de bares espalhados de norte a sul – , ou apenas saboreando a gastronomia e as festas típicas como a da Ostra e a da Tainha.

3 – Expectativa de vida

A qualidade de vida da cidade se reflete também na população idosa. Segundo o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e da FGV, Florianópolis é a segunda melhor cidade do país para pessoas acima de 60 anos.

O grande destaque é para a autonomia dos “velhinhos”. Além de terem os trajetos de ônibus facilitados por veículos com elevador, o grande número de grupos de apoio ao idoso também se torna um diferencial. Instituições como UFSC, Udesc, Sesc e prefeitura têm grupos próprios com atividades gratuitas. Um dos exemplos é o Geti, da UFSC, que possui aulas de canto, yoga, informática e teatro para idosos da cidade.

4 – Oportunidades

Um ranking da Endeavor apontou Florianópolis como a segunda cidade mais empreendedora do país – atrás apenas de São Paulo. E a cidade tem visto um boom de empregos e desenvolvimentos nas últimas duas décadas com a chegada de empresas grandes de TI e incentivos fiscais e públicos às atividades de inovação na cidade.

Isso faz com que Floripa seja uma das capitais com os menores índices de desocupação – beirando os 6%. Hoje, apenas o setor de tecnologia já emprega 20 mil pessoas. O setor público e de serviços também são grande demandadores de mão de obra.

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