Aluguel anual em Florianópolis: como encontrar os melhores imóveis para morar

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Fechar um contrato de aluguel não é algo simples. É preciso balancear com precisão o valor a ser pago mensalmente, a qualidade do apartamento, as burocracias exigidas pelo locador e a escolha da região certa para você e sua família. Para não acrescentar a essa lista também a dor de cabeça de reajustes abusivos no aluguel, o interessante é buscar um contrato anual.

Além de, em muitos casos, um negócio nesses termos permitirem um acerto mais interessante de valores (por exemplo, não poderá ter reajustes acima do valor da inflação), eles também garantem uma segurança maior sobre o tempo em que você ficará naquele imóvel. Essa certeza ajuda na hora de modificar algumas coisas e deixar o apartamento ou casa com a sua cara e mais aconchegante.

Por isso, a busca por um aluguel anual em Florianópolis tem crescido nos últimos anos e se tornado cada vez mais uma opção viável para quem deseja desfrutar das maravilhas da Ilha. Quer saber como encontrar o imóvel ideal para você? Confira!

5 dicas para encontrar o melhor aluguel anual em Florianópolis

Existem muitas maneiras de buscar um contrato de aluguel anual em Florianópolis que seja ideal. Mas eventualmente eles esbarram nos mesmos cinco fatores essenciais, que são verdade tanto para a procura de um imóvel para alugar quanto para comprar.

Confira quais são eles:

1 – Tenha definido o que você busca

Saber antes de começar a procurar quais são as suas necessidades e o que é essencial para você poupa muito tempo na hora de fazer a pesquisa de opções de imóvel.

Pense no tamanho do imóvel; no número de quartos e banheiros; na proximidade com a praia; na localização ideal tendo em vista seu local de trabalho, escolas dos filhos e escolhas de lazer preferidas; nas conveniências que você deseja ter próximo (farmácia, supermercado, banco); na oferta de transporte público; na presença ou não de uma churrasqueira; se você quer uma casa ou apartamento etc.

É interessante deixar essas “exigências” e os fatores que seriam importantes para desempate escritas em um papel para ter sempre em mente quando for avaliar um imóvel.

2 – Pesquise as opções

Com as suas necessidades e vontades bem claras, a busca por um imóvel fica mais bem mais simples. Comece a sua procura nos sites das imobiliárias que atendem a região que você mais gosta, busque opções nos classificados (físicos e digitais) e converse com amigos para indicações. Outra boa alternativa é dar uma volta no bairro que você deseja morar e ver as opções que se apresentam para você.

Ter o auxílio de um corretor de imóveis neste processo pode ser fundamental, especialmente se você tem pouco tempo para vasculhar todas as centenas de opções que irão se apresentar.

Depois de muito procurar e olhar, escolha os cinco ou 10 que mais se encaixam no seu perfil.

3 – Viste os imóveis que você mais gostar

As fotos colocadas muitas vezes podem enganar ou não mostrar todos os encantos de um imóvel. Por isso, pegue aqueles cinco ou 10 imóveis que você mais gostou e marque visitas. É interessante fazer uma planilha com tópicos e ir marcando o que você achou de cada um para poder analisar melhor depois e não esquecer de nenhum detalhe. Você também pode tirar as suas próprias fotos para avaliar mais tarde.

Não esqueça de verificar a região onde se encontra o imóvel, a condição dos móveis que ficarão ali, a área comum, os acabamentos tanto do prédio quanto do imóvel em si, as necessidades de reforma. Se possível, visite o imóvel em diferentes momentos do dia (principalmente uma vez de dia e uma à noite) para ter uma ideia melhor.

Vá anotando tudo!

4 – Faça perguntas sobre a região

Não deixe nenhuma dúvida ficar em branco. Pergunte ao corretor, ao porteiro, aos vizinhos, donos de estabelecimentos próximos sobre a realidade da região. A mobilidade urbana é boa? E a segurança? Existem boas opções de lazer, de gastronomia e de serviços? Como é o acesso às praias e a locais que você gosta de frequentar?

5 – Verifique se o valor pedido se encaixa no seu orçamento

O valor de um aluguel não deve ultrapassar mais de 30% da sua renda mensal. É importante levar em conta também outros gastos como condomínio, IPTU, gastos com carro (seguro, IPVA), água, luz e internet e avaliar se todos eles em conjunto não irão estrangular o orçamento no final do mês.

Se o preço não se encaixar nas suas pretensões, sempre é uma opção negociar com o locador. Ele também pode estar querendo fechar logo o contrato e, assim, flexibilizar um pouco os valores.

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