2018 tem expectativa de impulsionar o mercado imobiliário

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Descubra algumas das razões que prometem aquecer o setor imobiliário em 2018.

Quando o assunto é política e economia, é difícil encontrar alguém que não diga que o país esteja passando por pelo menos algum tipo de crise. Ao mesmo tempo, independentemente da época ou momento em que se vive, há aqueles que dizem que crises são relativas e que cabe a cada um tirar proveito das oportunidades que surgem.

Seja como for, é bem verdade que nos últimos anos o Brasil passou por períodos de instabilidade e insegurança, tanto na economia quanto na política. Na prática, isso fez com que muitas pessoas deixassem de comprar e adotassem uma postura mais cautelosa e conservadora em relação às suas finanças.

Especificamente no caso do mercado imobiliário, isso se traduziu num número menor de pessoas adquirindo e alugando imóveis. Entretanto, para 2018, as perspectivas de melhoria e aquecimento de mercado são bastante promissoras, uma vez que o País tem retomado seu crescimento e estabilidade e as pessoas estão se sentindo mais seguras para investir novamente.

 

 

O impacto da reforma trabalhista no setor imobiliário

Um dos acontecimentos que os especialistas estão apontando como um daqueles que trarão melhoras para o setor imobiliário em 2018 é a reforma trabalhista, que passou a vigorar a partir de novembro de 2017.

A reforma é extensa e possui muitos detalhes a serem analisados isoladamente, mas, de forma geral, podemos dizer que ela trouxe mais flexibilidade para as relações de trabalho e contratações, algo que causa impacto especialmente no setor imobiliário e que pode fazê-lo retomar seu crescimento, já que as obras são realizadas com muitas contratações temporárias ou intermitentes.

“Ela [a Reforma Trabalhista] vai ajudar a impulsionar a continuidade da construção civil e a retomada do segmento” – comenta Rodrigo Karpat, advogado imobiliário e consultor.

 

Reduções na taxa anual de juros básicos e queda da Selic

O otimismo e as perspectivas de melhorias no setor imobiliário também estão presentes em sindicatos como o SindusCon, de São Paulo, cujo presidente, José Romeu Ferraz, ressaltou a importância da redução da taxa anual de juros básicos, que pode expandir o acesso da população a formas de crédito imobiliário.

Para o diretor executivo de negócios imobiliários e investimento do Banco Santander, Gilberto Abreu, o futuro é convidativo, com a retomada do crescimento e superação dos piores momentos das crises política e econômica que o Brasil vinha vivenciando.

 

Tendências tecnológicas e mais vantagens para o público

É claro que o aquecimento do setor imobiliário não depende apenas de números de mercado, legislação e contratações. Para aqueles que buscam imóveis para compra ou aluguel, algumas novidades já estão trazendo mais ânimo e satisfação.

 

 

Cada vez mais imobiliárias estão investindo em sites mais bem estruturados e completos, inclusive incorporando tecnologias que permitem, por exemplo, uma “visita virtual” ao imóvel, com o auxílio de fotos em alta resolução ou até mesmo de vídeos de alta qualidade – recursos que, certamente, dão mais segurança e transparência para o cliente em relação ao imóvel que lhe interessar.

Outra tendência bastante promissora e que pode facilitar os processos contratuais, cuja burocracia assusta tanta gente, é a utilização das assinaturas digitais. Com o avanço das tecnologias de criptografia e certificação digital, começou-se a autenticar e assinar documentos virtuais de forma íntegra e autêntica, algo que pode proporcionar mais agilidade e, inclusive, apontar para aquilo que será convencionado no futuro na hora de fechar negócios de compra ou aluguel de imóveis.

 

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